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Jiboias



Na Amazônia, reino de várias cobras gigantes,como jiboias, havia muito perigo.

As jiboias, três em especial, faziam uma competição de quem matava mais cruelmente  roedores, pássaros e, as vezes, humanos.

 O nome das cobras era: Cruel, Ameaça e Perigo.

CRUEL era a maior vencedora da competição,que enforcava violentamente suas vítimas e, como era apressada, desenvolveu espinhos para matar mais rapidamente.

AMEAÇA e PERIGO não eram criativas e enforcavam lentamente, como as demais jiboias.

A competição iniciou no dia 26 de julho de 1927 .As cobras se preparavam e tinham cerca de um dia para matar as vítimas. Quem pegasse a maior ganhava, pois para matar uma presa grande, as cobras tinham que ser criativas e confiar em seus instintos.

CRUEL estava parada em um galho baixo, perto de um rio.

AMEAÇA estava camuflada no chão e PERIGO estava em uma alta árvore!  A cobra que estava no rio ficou parada,  observando um gnu tomar água e, deu o bote letal, matando sua vítima.

CRUEL ganhou novamente a competição pois PERIGO E AMEAÇA tentaram dar o golpe antes da hora e não mataram nada.

Depois da competição, PERIGO e AMEAÇA ficaram conversando sobre CRUEL, que para elas  só ganhava a competição por pura sorte!

Mas, a vencedora se alimentava tranquilamente e desfrutava de mais um troféu para a sua coleção!



* Produção textual de fábula na escola e o tema era: Você já viu alguém desprezar algo devido à inveja, assim como a raposa da história?
Escreva uma história com a moral:
"Muitas vezes o desprezo é disfarce para a inveja"


Neno:


A viagem para Netuno...

               



                   A data é 14 de abril de 2456. Os astronautas se preparam para ir à Netuno durante muitos anos , e essa é a oportunidade perfeita, pois o alinhamento dos chamados "buracos de minhoca"(pequenos portais do tempo, segundo teoria de Einsten) no espaço está quase completo. Desde a chegada do homem na Lua, a Nasa já estava pensando em ir para Netuno, o planeta mais longe do Sol no sistema solar, composto por alguns gases como hélio, hidrogênio e metano.
               
                    Então, voltando ao foco do texto. A espaço-nave Mercun aparece nas televisões de todo o mundo, pois está decolando. As naves do futuro são muito mais rápidas e potentes do que as do século 21, portanto, os repórteres e curiosos devem manter distância. Logo, a Mercun sai da atmosfera terrestre, fazendo um grande barulho. Agora, as pessoas voltam para suas casas e esperam novas notícias e informações sobre a viagem.
               
                     Dia 23 de novembro de 2457, a Mercun pousa em Netuno. Eu sei que você está perguntando: "Mas como? Netuno é um planeta gasoso!".
                 
                   Sim , Netuno é um planeta gasoso. Mas a tecnologia avançada permite que a espaço-nave fica pairando sobre os gases, juntamente com os astronautas. O objetivo da missão é recolher amostras da atmosfera do planeta e planejar rotas de voo para outras galáxias. Viajar tanto assim ainda não é possível, nem em 2457. Os astronautas completam a missão de recolher amostras e voltam para a nave. Entram na Mercun e olham o monitor:

Pressurização: 89 %
Estoque de recursos: 87%
Combustível;50%
Ar:21 %

                    Eles só possuem 21 % de ar,e precisam fazer algo a respeito, e rápido. Mas, não podem ficar nervosos, para economizar o máximo de ar possível. É um trabalho de concentração muito difícil. A pressão do tempo dificulta mais ainda o objetivo.
                   
                    Apesar de todos os desafios, não se esqueça de que as pessoas que estão na Mercun são ASTRONAUTAS, e isso faz delas pessoas com muita experiência em treinos e trabalhos sob pressão.
A solução foi bombear o ar de uma das salas da espaço-nave, para ter bastante ar na cabine , onde vão ficar por mais tempo.

                   Depois, o mundo recebe a maior audiência de televisão da história, na decolagem e à volta da Nave Mercun para a Terra. Os astronautas são recebidos como heróis, e a humanidade conquista outra façanha.

*Essa é a 1ª história que faço com verbos no presente.




A Jornada de um Barco...




Sr. Barcúsio era um barco que velejava, tranquilamente, no calmo Oceano Índico. Ele não tinha motor, nem chaminés. Apenas uma pequena vela, no seu minúsculo mastro.


Sr. Barcúsio ganhava a vida levando e trazendo famílias de um litoral para outro. Cansado dessa tranquila, porém chata vida, ele adquiriu rodas e um motor, e foi procurar um emprego melhor na floresta. O pequeno barco a vela, procurou, pensou, procurou novamente e concluiu que não havia um emprego adequado para ele na floresta. Sr.Barcúsio estava saindo da floresta quando ouviu uma voz. Ele se virou e só viu árvores. E, para sua surpresa, uma delas falou:


-Barcúsio...


-SR. Barcúsio para você! E como sabe meu nome?


-Eu sei de tudo. Sr. Barcúsio, eu ouvi dizerem que há um emprego naquela direção.


-Ok, obrigado. Qual é seu nome?


-Pinheiro feliz.


O determinado barco com rodas seguiu pelo caminho indicado por Pinheiro Feliz, chegando a uma planície de rochas amareladas, em que havia uma pequena arena no meio. Nessa arena tinha uma placa que dizia:


-PRECISAMOS DE COMBATENTES!


Então, Sr. Barcúsio entrou e disse para a primeira pessoa que viu, que, na verdade , era um pião:


-Sou o combatente de que precisam.


O pião levou o barco até a sala de preparação, onde ele precisava determinar sua estratégia. Em seguida, Sr. Barcúsio se viu diante de um enorme gladiador, com pesadas armaduras e uma espada.


A luta tinha começado!

O gladiador dava poderosos golpes de espada enquanto o barco se defendia com seu mastro. Aos poucos, o gladiador foi ficando cansado com sua armadura pesada e, com seu motor, o barco conseguia correr (ou melhor, dirigir-se) com a maior facilidade. 

O gladiador acabou desistindo e, Sr. Barcúsio, desistiu de sua nova vida, voltando a levar e trazer pessoas de um litoral para outro.


*Essa história foi "recuperada" somente agora. Fiz ela com 11 anos.

"Veloci, o dinossauro esperto" REPUBLICADA COM ILUSTRAÇÕES

Essa história fiz quando tinha 9 anos. Há poucos dias, recebi um e-mail de uma pessoa chamada Tiago Silva, dizendo que ele estudava pintura e queria fazer um exercício. E pedia autorização para ilustrar a história do Veloci.

Claro que aceitei e, hoje (24/02), ele me mandou outro e-mail com os desenhos!
Vejam que belo trabalho! Adorei mesmo!

Cliquem para ampliar!

Vejam outros trabalhos do Tiago, vale a pena:

AQUI

AQUI










Muito obrigado Tiago!

Ficaram muito legais!


O espírito das águas...




Conta uma lenda, que , em uma pequena área do grandioso oceano pacífico, há um espírito que faz o que quiser com as águas.

Houveram muitos relatos de ondas maiores que o normal, cachoeiras dentro do mar e muitos e muitos naufrágios.


Mas, uma cachorra chamada Cuca decidiu adentrar as profundezas, em uma expedição financiada pela Universidade Oxford, para descobrir que raio de espírito era esse.



Cuca embarcou em seu submarino, junto com a raposa pirata Foxy, preparadas para entrar nas profundezas do Pacífico, o maior e mais profundo oceano do mundo.

Uma equipe de segurança (em terra) monitorava tudo o que acontecia dentro e fora do submarino, por meio de câmeras.

Cuca e Foxy não estavam com medo, mas estavam incertas sobre o resultado da expedição. O submarino já estava descendo, passava por peixes esquisitos das profundezas, penhascos submersos e várias "carcaças" de navios.


Cuca perguntava a cada dez minutos se estavam chegando, mas Foxy, com sua experiência no mar, sabia que faltava muito tempo.

O submarino descia e tudo que a dupla tinha visto se repetia: barcos , peixes e penhascos, mas esse penhasco que desciam agora, era muito estreito.

O submarino era de última geração, então Cuca não precisava se preocupar, mas a essa profundidade tudo pode acontecer.

E, de repente, Foxy avista uma pepita de ouro pelas janelas do submarino. Ela mostra para Cuca, que fica de olhos atentos examinando o fundo do mar:
-O que é aquela camada amarela lá embaixo?- Ela pergunta

-É OURO!!! OURO PURO!!!!

A fina camada do precioso metal amarelo saia de dentro de um vulcão submerso, e esse processo causava tremores nas águas, que faziam ondas maiores e afundavam os navios:

-Mistério explicado! Sabia que não tinha nenhum espírito.- diz Foxy

-Não podemos pegar nem um pouquinho de ouro?Com isso poderíamos comprar comida para a vida inteira.-respondeu Cuca, mostrando como era gulosa.

-MAS NEM PENSAR!!!!!!! , quer começar outra corrida do ouro, só que dessa vez no meio do mar??

E, com isso,voltaram para a superfície . Quando perguntaram para Cuca qual era o motivo dos misteriosos acontecimentos no mar, ela respondeu:

-Apenas um vulcão submerso, igual a todos os outros. Já deve parar de entrar em erupção.-disse, piscando para a pirata Foxy.

Neno 

*Volto para as aulas, mas continuarei postando!