Seguidores

Recruta...parte 1


2009:
Um pinguim fazendeiro chamado Larry cuidava da plantação do pai, que havia desaparecido misteriosamente há vários anos. Ele ainda não tinha percebido a presença de dois pinguins vestidos de terno que o observavam; escondidos atrás de uma folhagem densa. 

Pinguim de terno 1: O que você acha? Será que ele serve para a função?

Pinguim de terno 2: Acho que não. As chances de sucesso são muito pequenas...

Pinguim de terno 1: Verdade. Mas é o único pinguim vivo de toda a região!

Pinguim de terno 2: Ok, então. Vamos arriscar.
Os misteriosos pinguins de ternos avançaram pela plantação e entraram no campo de visão de Larry.

Larry: Quem são vocês??

Pinguim de terno 1:  Nós somos...

Larry: Saiam da minha plantação! Vão estragar a terra! SAIAM JÁ!

Pinguim de terno 2: Calma, calma... você nunca mais vai precisar dessa plantação. Apenas ouça o meu colega e tudo ficará bem. Se você não obedecer, infelizmente teremos que usar a força.

Larry: Hunf... vocês são cobradores de impostos? Já vou logo avizando que a colheita é só mês que vem. Ainda não tenho dinheiro.

Pinguim de terno 1: Err... não somos cobradores de impostos. Somos agentes dos Comandos da Polícia Federal. Nós estamos aqui pois precisamos de você, da sua experiência, da sua força e, principalmente, do seu sotaque do interior.

Larry: Oxe!  Por que vocês precisam de mim? Nós nem nos conhecemos!

Pinguim de terno 1: Apenas venha para a central de comando. Lá você terá detalhes e direito a perguntas.

NA CENTRAL...

Pinguim de terno 2: Quando seu pai desapareceu, nós fizemos uma grande investigação, pois casos como esse são extremamente incomuns. Depois de muitos meses, nós finalmente achamos algumas peças do "quebra-cabeça". Seu pai foi sequestrado por alguém. Ainda não sabemos o motivo, mas temos uma hipótese.

Larry: Então fale logo, sô!

Pinguim de terno 2:  Esse "alguém" que sequestrou seu pai queria realizar diversos experimentos nele. Não sabemos quais experimentos foram realizados nem quais eram as intenções do criminoso. Porém, recentemente descobrimos algo que você precisa saber.

Larry: Vocês gostam de fazer suspense, não é? Fale logo!

Pinguim de terno 2: Seu pai está vivo.

Larry: Sério?? Mas como? O que? Impossível! Não tem como! DETALHES POR FAVOR!!!!!

Pinguim de terno 1:  Ele está vivo. Isso é uma afirmação, não uma hipótese.  Ainda não descobrimos muita coisa sobre isso, porém vamos continuar com a investigação.

Larry: Por que precisam de mim?

Pinguim de terno 2:  Nós precisamos de você pois nos ajudará a achar seu pai e finalmente concluir a investigação.

Larry: E como eu ajudaria? Sou apenas um camponês!

Pinguim de terno 1: Um camponês que conhece a região, é forte e  quer muito achar o pai, por isso terá muita coragem nos desafios... bem, eu espero.

Larry: Claro que vou ajudar! É meu pai!!! Mas... que tipo de desafios?

Pinguim de terno 2: Você verá.

Neno

*Resolvi fazer uma história com um formato diferente, como vocês podem ver. Ela terá continuação. Esse foi a parte 1. 


Jiboias



Na Amazônia, reino de várias cobras gigantes,como jiboias, havia muito perigo.

As jiboias, três em especial, faziam uma competição de quem matava mais cruelmente  roedores, pássaros e, as vezes, humanos.

 O nome das cobras era: Cruel, Ameaça e Perigo.

CRUEL era a maior vencedora da competição,que enforcava violentamente suas vítimas e, como era apressada, desenvolveu espinhos para matar mais rapidamente.

AMEAÇA e PERIGO não eram criativas e enforcavam lentamente, como as demais jiboias.

A competição iniciou no dia 26 de julho de 1927 .As cobras se preparavam e tinham cerca de um dia para matar as vítimas. Quem pegasse a maior ganhava, pois para matar uma presa grande, as cobras tinham que ser criativas e confiar em seus instintos.

CRUEL estava parada em um galho baixo, perto de um rio.

AMEAÇA estava camuflada no chão e PERIGO estava em uma alta árvore!  A cobra que estava no rio ficou parada,  observando um gnu tomar água e, deu o bote letal, matando sua vítima.

CRUEL ganhou novamente a competição pois PERIGO E AMEAÇA tentaram dar o golpe antes da hora e não mataram nada.

Depois da competição, PERIGO e AMEAÇA ficaram conversando sobre CRUEL, que para elas  só ganhava a competição por pura sorte!

Mas, a vencedora se alimentava tranquilamente e desfrutava de mais um troféu para a sua coleção!



* Produção textual de fábula na escola e o tema era: Você já viu alguém desprezar algo devido à inveja, assim como a raposa da história?
Escreva uma história com a moral:
"Muitas vezes o desprezo é disfarce para a inveja"


Neno:


A viagem para Netuno...

               



                   A data é 14 de abril de 2456. Os astronautas se preparam para ir à Netuno durante muitos anos , e essa é a oportunidade perfeita, pois o alinhamento dos chamados "buracos de minhoca"(pequenos portais do tempo, segundo teoria de Einsten) no espaço está quase completo. Desde a chegada do homem na Lua, a Nasa já estava pensando em ir para Netuno, o planeta mais longe do Sol no sistema solar, composto por alguns gases como hélio, hidrogênio e metano.
               
                    Então, voltando ao foco do texto. A espaço-nave Mercun aparece nas televisões de todo o mundo, pois está decolando. As naves do futuro são muito mais rápidas e potentes do que as do século 21, portanto, os repórteres e curiosos devem manter distância. Logo, a Mercun sai da atmosfera terrestre, fazendo um grande barulho. Agora, as pessoas voltam para suas casas e esperam novas notícias e informações sobre a viagem.
               
                     Dia 23 de novembro de 2457, a Mercun pousa em Netuno. Eu sei que você está perguntando: "Mas como? Netuno é um planeta gasoso!".
                 
                   Sim , Netuno é um planeta gasoso. Mas a tecnologia avançada permite que a espaço-nave fica pairando sobre os gases, juntamente com os astronautas. O objetivo da missão é recolher amostras da atmosfera do planeta e planejar rotas de voo para outras galáxias. Viajar tanto assim ainda não é possível, nem em 2457. Os astronautas completam a missão de recolher amostras e voltam para a nave. Entram na Mercun e olham o monitor:

Pressurização: 89 %
Estoque de recursos: 87%
Combustível;50%
Ar:21 %

                    Eles só possuem 21 % de ar,e precisam fazer algo a respeito, e rápido. Mas, não podem ficar nervosos, para economizar o máximo de ar possível. É um trabalho de concentração muito difícil. A pressão do tempo dificulta mais ainda o objetivo.
                   
                    Apesar de todos os desafios, não se esqueça de que as pessoas que estão na Mercun são ASTRONAUTAS, e isso faz delas pessoas com muita experiência em treinos e trabalhos sob pressão.
A solução foi bombear o ar de uma das salas da espaço-nave, para ter bastante ar na cabine , onde vão ficar por mais tempo.

                   Depois, o mundo recebe a maior audiência de televisão da história, na decolagem e à volta da Nave Mercun para a Terra. Os astronautas são recebidos como heróis, e a humanidade conquista outra façanha.

*Essa é a 1ª história que faço com verbos no presente.




A Jornada de um Barco...




Sr. Barcúsio era um barco que velejava, tranquilamente, no calmo Oceano Índico. Ele não tinha motor, nem chaminés. Apenas uma pequena vela, no seu minúsculo mastro.


Sr. Barcúsio ganhava a vida levando e trazendo famílias de um litoral para outro. Cansado dessa tranquila, porém chata vida, ele adquiriu rodas e um motor, e foi procurar um emprego melhor na floresta. O pequeno barco a vela, procurou, pensou, procurou novamente e concluiu que não havia um emprego adequado para ele na floresta. Sr.Barcúsio estava saindo da floresta quando ouviu uma voz. Ele se virou e só viu árvores. E, para sua surpresa, uma delas falou:


-Barcúsio...


-SR. Barcúsio para você! E como sabe meu nome?


-Eu sei de tudo. Sr. Barcúsio, eu ouvi dizerem que há um emprego naquela direção.


-Ok, obrigado. Qual é seu nome?


-Pinheiro feliz.


O determinado barco com rodas seguiu pelo caminho indicado por Pinheiro Feliz, chegando a uma planície de rochas amareladas, em que havia uma pequena arena no meio. Nessa arena tinha uma placa que dizia:


-PRECISAMOS DE COMBATENTES!


Então, Sr. Barcúsio entrou e disse para a primeira pessoa que viu, que, na verdade , era um pião:


-Sou o combatente de que precisam.


O pião levou o barco até a sala de preparação, onde ele precisava determinar sua estratégia. Em seguida, Sr. Barcúsio se viu diante de um enorme gladiador, com pesadas armaduras e uma espada.


A luta tinha começado!

O gladiador dava poderosos golpes de espada enquanto o barco se defendia com seu mastro. Aos poucos, o gladiador foi ficando cansado com sua armadura pesada e, com seu motor, o barco conseguia correr (ou melhor, dirigir-se) com a maior facilidade. 

O gladiador acabou desistindo e, Sr. Barcúsio, desistiu de sua nova vida, voltando a levar e trazer pessoas de um litoral para outro.


*Essa história foi "recuperada" somente agora. Fiz ela com 11 anos.

"Veloci, o dinossauro esperto" REPUBLICADA COM ILUSTRAÇÕES

Essa história fiz quando tinha 9 anos. Há poucos dias, recebi um e-mail de uma pessoa chamada Tiago Silva, dizendo que ele estudava pintura e queria fazer um exercício. E pedia autorização para ilustrar a história do Veloci.

Claro que aceitei e, hoje (24/02), ele me mandou outro e-mail com os desenhos!
Vejam que belo trabalho! Adorei mesmo!

Cliquem para ampliar!

Vejam outros trabalhos do Tiago, vale a pena:

AQUI

AQUI










Muito obrigado Tiago!

Ficaram muito legais!


O espírito das águas...




Conta uma lenda, que , em uma pequena área do grandioso oceano pacífico, há um espírito que faz o que quiser com as águas.

Houveram muitos relatos de ondas maiores que o normal, cachoeiras dentro do mar e muitos e muitos naufrágios.


Mas, uma cachorra chamada Cuca decidiu adentrar as profundezas, em uma expedição financiada pela Universidade Oxford, para descobrir que raio de espírito era esse.



Cuca embarcou em seu submarino, junto com a raposa pirata Foxy, preparadas para entrar nas profundezas do Pacífico, o maior e mais profundo oceano do mundo.

Uma equipe de segurança (em terra) monitorava tudo o que acontecia dentro e fora do submarino, por meio de câmeras.

Cuca e Foxy não estavam com medo, mas estavam incertas sobre o resultado da expedição. O submarino já estava descendo, passava por peixes esquisitos das profundezas, penhascos submersos e várias "carcaças" de navios.


Cuca perguntava a cada dez minutos se estavam chegando, mas Foxy, com sua experiência no mar, sabia que faltava muito tempo.

O submarino descia e tudo que a dupla tinha visto se repetia: barcos , peixes e penhascos, mas esse penhasco que desciam agora, era muito estreito.

O submarino era de última geração, então Cuca não precisava se preocupar, mas a essa profundidade tudo pode acontecer.

E, de repente, Foxy avista uma pepita de ouro pelas janelas do submarino. Ela mostra para Cuca, que fica de olhos atentos examinando o fundo do mar:
-O que é aquela camada amarela lá embaixo?- Ela pergunta

-É OURO!!! OURO PURO!!!!

A fina camada do precioso metal amarelo saia de dentro de um vulcão submerso, e esse processo causava tremores nas águas, que faziam ondas maiores e afundavam os navios:

-Mistério explicado! Sabia que não tinha nenhum espírito.- diz Foxy

-Não podemos pegar nem um pouquinho de ouro?Com isso poderíamos comprar comida para a vida inteira.-respondeu Cuca, mostrando como era gulosa.

-MAS NEM PENSAR!!!!!!! , quer começar outra corrida do ouro, só que dessa vez no meio do mar??

E, com isso,voltaram para a superfície . Quando perguntaram para Cuca qual era o motivo dos misteriosos acontecimentos no mar, ela respondeu:

-Apenas um vulcão submerso, igual a todos os outros. Já deve parar de entrar em erupção.-disse, piscando para a pirata Foxy.

Neno 

*Volto para as aulas, mas continuarei postando!












Férias...

Ontem acabaram minhas aulas e vou curtir meu tempo livre!
Agradeço a todos que me visitam e prometo voltar com novas postagens em fevereiro!
Aproveito para desejar Boas Festas a todos!



Neno

Biggy, o beagle 2...



Biggy estava se preparando para comandar a principal divisão do exército de chips para derrotar o vírus em menos de 20 horas.

Caso não conseguissem, Biggy iria ficar dentro de seu mouse para sempre!

As tropas estavam posicionadas na linha de frente. O exército do vírus estava avançando, mas os chips não recuavam... então a batalha iniciou!

Era tiro para lá, para cá... era como um jogo.

Se fosse atingido, sairia da batalha e continuaria sua vida normal de chip.

Mas, com a liderança e esperteza de Biggy, o exército "chiposo" ia tomando as bases do vírus.

O beagle e suas tropas chegaram ao início do computador, já que tinham passado pelo fio do mouse.

Eles estavam escondidos em pequenas rupturas, espiando a posição dos inimigos.

Até que...Biggy deu o sinal para avançarem!

Foi uma batalha muito bizarra...chips e um beagle contra um vírus e suas ameaças!

O exército "chiposo" se aproveitava da desorganização das tropas inimigas, que estavam lutando estilo "cada um por si".

Mas nessa batalha, Chipo,o líder dos chips, ficou desaparecido.

Ela desapareceu, do nada, sem nem dar sinal.


Depois de muitas batalhas estranhas, os chips chegaram no teclado, eles tinham que descer e chegar na "placa mãe" para destruir o vírus e salvarem Biggy e suas antigas vidas.

O beagle pegou várias cordas e suas tropas começaram a descer o teclado, tomando cuidado para não esbarrar em fios e outros obstáculos.

Os chips foram derrotando os inimigos facilmente, porém com muita determinação, garra e força.

Até que chegaram na placa mãe, onde estava o vírus, que falou:
-Mais um passo e eu aciono o explosivo, que irá destruir todos os seus preciosos sistemas do computador.

Então Biggy e seu exército ficaram parados, esperando alguma coisa, improvável, acontecer.

Faltava apenas 5 minutos para fechar as 20 horas, e o beagle virar um escravo do vírus.

Então, Chipo, o chip desaparecido, chegou por trás do vírus e pegou seu explosivo.

A guera tinha terminado, e os chips venceram!

Derrotaram o vírus, os chips voltaram para sua vida normal e Biggy...também, trabalhando sempre em seu computador...Neno


Biggy,o Beagle...Uma aventura dentro do Computador...



Biggy era um beagle dedicado e esperto.

Ele trabalhava no computador de sua casa,todos os dias.

Já era rotina acordar, tomar o café , ir ao computador e ficar lá, o dia todo, só saindo para as refeições e para ir ao banheiro.

Certo dia, ele estava corrigindo um texto, quando seu mouse começou a ficar com um brilho esverdeado que foi aumentando, aumentando...

Quando teve um clarão verde!

Biggy foi teletransportado para dentro de seu mouse, onde viu fios, circuitos e chips.

E um deles era sorridente..o beagle estranhou e se aproximou.

O chip disse:
-Meu nome é chipo. Biggy, você foi escolhido para nos ajudar a derrotar o vírus que descobrimos no seu computador. Temos 20 horas antes do vírus tomar conta de todos os computadores do mundo. Te explico melhor na sala de comando de nosso grupo, que é formado inteiramente por chips.

-Como sabe meu nome? Como eu fui teletransportado para dentro do meu mouse?-perguntou Biggy

-Sabemos quem você é! Te vemos todos os dias quando usa seu mouse. Nós desenvolvemos uma tecnologia capaz de teletransportar coisas.Mas ocorreu um erro no sistema. Então se não derrotarmos o vírus, você ficará aqui dentro, sendo escravo do vírus, para sempre!

-Certo.Me explique o plano na sala de comando.

Biggy e Chipo seguiram alguns túneis cheios de fios e chegaram na sala de comando, um espaço bem grande, que o beagle, ainda surpreso, deduziu ser o centro do mouse.

Chipo explicou o plano:
-Nós estamos no mouse, então vamos lutar com uma divisão de guarda do exército do vírus no fio que liga o mouse com o computador. Então vai começar a luta DE VERDADE. Vai ser difícil, mas se tudo der certo,e conseguirmos derrotar cada divisão do exército, em cada parte do circuito, e chegarmos ao centro do computador e derrotarmos o vírus,tudo ficará normal novamente.

-Quando começaremos?-perguntou Biggy

-Agora.


Continua...





Alice no País do Fogo... (parte final)

Leio o capítulo 1 AQUI.
****************************************************************************



Mas, ela nem suspeitava que, atrás da porta número 3, estava algo que ela estava procurando desde o começo do dia, quando estava entediada. Alice quebrou uma abertura maior na porta 1 , que estava queimada e frágil, e passou...

Depois de passar por uma rede de túneis quentes e estreitos, ela viu aparecer a luz vermelha novamente, que de repente, se transformou em um gato pegando fogo. Alice ficou estérica e perguntou:
-Você está bem? ( e não esperava ouvir nenhuma resposta, pois estava falando com um gato).
Mas o gato respondeu, simplesmente:
-Continue reto.   E desapareceu...

A menina seguiu o conselho do gato e continuou no caminho, até chegar em um mar de lava, um OCEANO de lava : quente e com magma pulando e soltando bolhas.
Na beirada, havia um pedaço de pedra, um remo e uma placa dizendo: "VÁ AO OUTRO LADO". E foi o que Alice fez. Ela teve algumas queimaduras , pois estava muito próxima à lava.

No meio do caminho, uma enguia, feita de água, pulou da lava para a pedra flutuante em que Alice estava.
Ela (enguia) falou:
-Como você é estranha! E pulou para o mar de lava, saindo da vista da menina.
A pedra chegou ao outro lado do oceano, com Alice junto. Ela desceu e seguiu em frente pelo caminho de rochas vulcânicas.
Alice se deparou nesse momento com uma sala, com um trono no meio, rodeado de fogo. Nele, estava uma serpente vermelha , que perguntou:
-Quem é você?
Alice respondeu:
-Sou Alice.    E saiu correndo , pois tinha muito medo de cobras.
A menina começou a chorar , achando que nunca voltaria para sua casa, e, do nada, apareceram três portas. Uma escrito "casa",outra escrito "Dinah" (que era o gato de Alice) e na última estava escrito "?".
Alice entrou na porta 3 (que era a última). Ela caiu desmaiada e, quando acordou, estava em casa, com Dinah... tudo normal, menos a própria Alice, que ficou muito mais madura.